Em 2008, 25,32% das receitas dessas empresas vieram de fora do país, enquanto 27,52% de seus funcionários e 27,66% de seus ativos se encontravam no exterior. Em 2007, esses percentuais eram de 24,16%; 24,94% e 22,33%, respectivamente. |
| Ranking das empresas mais internacionalizadas |
Quando o critério são os ativos, a maior transnacional brasileira no exterior é a Vale (R$ 95 bilhões), seguida pela Gerdau (R$ 37,4 bilhões), Petrobras (R$ 26,53 bilhões), Votorantim (R$ 13,6 bilhões) e Odebrecht (R$ 8,1 bilhões). |
No entanto, mesmo com o crescimento, os resultados das operações no exterior ainda são inferiores aos registrados no Brasil. A margem EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização na sigla em inglês) das operações externas foi, em média, de 10,8%. Já para as operações totais, a margem sobe para 16,5%. |
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