Insights em Gestão e Negócios

Julho 10, 2009

PORTO DIGITAL

Arquivado em: Uncategorized — Daniel @ 1:24 am
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100 hectares
120 organizações
4 mil empregos
2 incubadoras
8 km de fibra ótica
3,5% do PIB de PE

BOA IDÉIA.

Abril 2, 2009

Capacitação: nova forma de agir

Arquivado em: Uncategorized — Daniel @ 10:15 pm
clipped from 200.9.149.76

Brasília – Um projeto de qualificação, ampliação ao acesso e reestruturação na rede de escolas federais de ensino médio tecnológicas  foi proposto nesta quarta-feira (25) a reitores das instituições pelo ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, da Presidência da República, Mangabeira Unger.

Na reunião, o ministro apresentou aos integrantes da comissão a proposta de incluir no ensino das instituições tecnológicas um método de aprendizagem capacitador e analítico ao invés do tradicional que vem sendo usado.

“O projeto começaria com uma nova escola média, com uma combinação do ensino geral, porém de orientação analítica e capacitadora, com o ensino técnico voltado para o domínio das capacitações práticas genéricas e flexíveis”, explicou o ministro.

O pensamento do educador brasileiro, ou pelo menos um projeto de política.

Agosto 29, 2008

SERVICES SCIENCE, KISA, KIBS

Arquivado em: Uncategorized — Daniel @ 7:21 pm

Estrutura e idéias iniciais
Autor: Daniel Gonçalves Santos
Versão inicial: 23 julho 2008.

Versão 1: 29 AGOSTO 2008.

TEMA PRINCIPAL: A CIÊNCIA DE SERVIÇOS, E OS SERVIÇOS INTENSIVOS EM CONHECIMENTO.
Em inglês: knowledge-intensive services; podendo ser KISA (pref. OECD) ou KIBS (periódicos) suas nomenclaturas mais comuns.

TEMAS SECUNDÁRIOS: inovação, desenvolvimento econômico regional, relação “hélice tripla” universidades-indústrias-governo, gestão.
Em inglês: innovation, regional economic development, “triple helix” university-industry-goverment, management.

AUTORES E REFERÊNCIAS E TEMAS DE PONTOS DE PARTIDA

KIBS

  1. Freire

  2. Kubota
  3. Ian Miles

  4. Dimária Silva e Meirelles

KISA

  1. OECD

  2. Arne Isaksen, Marianne Broch

INNOVATION

  1. Schumpeter

  2. Christensen

  3. Utterback

  4. Rafael Clemente

TRIPLE HELIX (U-I-G)

  1. Henry Etzkowitz

REGIONAL ECONOMIC DEVELOPMENT

  1. Foco no Brasil

  2. BNDES (publicações setoriais — braço de inovação, ou mesmo Ratfingerl — intangível)

  3. IPEA (várias aquisições recentes e relevantes)

  4. IBGE

  5. ABDI

COLLABORATION

  1. Patricia Seybold (Outside Innovation)

  2. Suroviecky (Wisdow Of The Crowds)

  3. Chesbrought (Open Innovation)

  4. Prahalad (co-opting, co-creating)

MANAGEMENT

  1. Drucker

  2. Chris Anderson (Long Tail)

  3. Slack

  4. Gianesi e Corrêa (pcp operações)

  5. Paim, tarefas, sistemas.

  6. Mintzberg (contextos, 5 configurações)

SERVIÇOS

  1. IBM, SSME, Spohrer
  2. Gröonroos

  3. Lovelock

  4. Zeithaml, V.; Bitner, M.

  5. Martin Christopher (serviços)

SERVIÇOS APLICADOS

  1. Gianesi e Corrêa (pcp serviços)

  2. Ferraz, P.

  3. JÓIA, E. (CSC)

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BRAINSTORM (IDÉIAS INICIAIS) ##################

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  • Idéia inicial extraída do relatório da OECD (KISA para indústrias de software):

Relatório acerca do uso de serviços intensivos em conhecimento para a inovação em indústrias específicas. Um dos principais objetivos do estudo é prover discernimento (insights) sobre como as empresas de software mantém e desenvolvem habilidades (capabilities) produtivas e inovativas através da utilização de atividades intensivas em conhecimento, sejam oriundas de fontes internas ou externas. Entretando o objetivo-último do projeto de pesquisa como um todo é prover o governo de informações para o desenvolvimento de políticas sobre como utilizar esses SIC para construir a habilidade de inovar PARA DIVERSAS ORGANIZAÇÕES E INDÚSTRIAS ATRAVÉS DE DIVERSOS SETORES DA ECONOMIA. Exemplos típicos de atividades de serviços intensivos em conhecimento (providos interna e externamente) são: Pesquisa e Desenvolvimento; Gestão e consultoria; Serviços de TI; Gestão de recursos humanos; Contabilidade e serviços financeiros; Marketing e vendas; Gestão de projetos; Atividades organizacionais; Treinamento.

  • Idéia inicial extraída de Chesbrough e Spohrer:

A research manifesto for services science. As atividades do setor de serviços vêm dominando a geração de empregos e renda nas economias mais avançadas. Ainda assim o entendimento moderno de serviços é rudimentar. Neste trabalho os autores argumentam que a disciplina de serviços é integradora de silos acadêmicos, além de potencializadora de inovação a taxas de velocidade muito maiores.

A migração da agricultura não implicou em perdas, dado que as tarefas de operações foram melhoradas e expandidas por outras tarefas, em indústrias intensivas em conhecimento que em sua soma permitem essa produtividade da agricultura de forma sustentada.

Hoje nas circunstâncias do mundo pós-manufatura refletem o mesmo padrão, a medida que a indústria nos oferece um conforto material que é oriundo também de tarefas intensivas em conhecimento que, assim como a TIC, habilitam a innovação e avanços na atividade manufatureira. Em um período como esse em que as atividades de escritório (white-collar) têm sido ameaçadas por outsourcing e offshoring, uma disciplina que poderia auxiliar no entendimento da geração de valor para essas atividades permanece inexplorada. Nossa habilidade de alcançar uma maior qualidade de vida reside no entendimento de como inovar em serviços.

É sabido que os ganhos de produtividade do passado emergiram sobre os trabalhos de pesquisa e desenvolvimento de milhares de pessoas, organizações, através das décadas. No âmbito dos serviços, ainda não existe uma comunidade orientada a identificação e criação de valor em uma perspectiva comum e integrada (gestão, engenharia e computação têm avançado através de seus silos).

O termo serviços veio da classificação do departamento de comércio americano, em uma época (1930) onde as atividades principais eram agricultura e manufatura, e todo o resto era categorizado como serviço. Hoje sendo os serviços uma atividade muito mais ampla e numerosa e relevante, uma definição melhor se faz necessária. Hill (1977) sugere que serviços são uma mudança na condição de uma pessoa ou uma mercadoria (good) pertencente a uma entidade econômica, produzida/conduzida/introduzida (brought about) como resultado da ação de outra entidade econômica, com a aprovação da primeira pessoa ou entidade.

[DANIEL: como essa definição se relaciona com ]

GLOSSÁRIO (E PALAVRAS QUE EU TINHA DÚVIDA ANTES DE INSERIR AQUI)

  1. Oriundo – Originário

  2. Advindo – em consequência

  3. Capability – qualidade de ser capaz, habilidade; potencial para desenvolvimento;

  4. Insight – o poder de ver dentro de uma situação; o ato ou resultado de compreender a natureza interior das coisas; entender intuitivamente; discernimento;

  5. Roughly – aproximadamente, de forma imprecisa, ou de uma maneira bruta;
  6. Rather – de alguma forma (somewhat); ao invés de;
  7. Slack – negligente, variável
  8. Loose – disconexo, frouxo, sem muita base;
  9. White-collar:
  10. Bulk – corpo; SIGINIFICADO COM A IDÉIA DE ALGO massivo, numeroso, pesado;
  11. uso de UPON;
  12. uso de WHETHER;

Janeiro 22, 2008

Modelos de negócio, segundo as maiores buzzwords dos últimos tempos (meses – hehe).

Hoje eu assisti a uma palestra incrível através do excelente serviço do PARC Forum. Assisti ao fundador do site Truemors falar sobre o seu site, idéia e como não há nada de mais neles. Exatamente. Ele diz que faz e fez tudo até agora por que era uma opção viável, não lhe custava quase nada e é uma idéia.

O pessoal que ele cita no trabalho, muito interessante também: ebay, google, yahoo, youtube… todas idéias que não tinham muita probabilidade de dar certo na época (pensando sobre a seguinte lógica: vc investiria seu dinheiro?).

Gostei muito da apresentação. Aliás: recurso muito útil é a gravação de streamming no novo Real Player. Eu achava que este tocador já tinha ficado para trás e não teria uma sobrevida (dada a onipresença do media player e outros free mais famosos). Mas o RP veio supreendendo com uma interface mais arrojada e recursos mais intuitivos. Vale a pena testar.

Hoje a bolsa teve a maior queda desde os atentados terroristas de 11/setembro/2001. Caiu mais de 6% (algumas como a Vale caindo ainda mais). Como isso vai se desdobrar?

Novembro 5, 2007

Ativos Intangíveis e Clientes impactando a geração de Valor

Semana passada, eu participei do evento de Ativos Intangíveis, patrocinado pelo BNDES e promovido pelo CRIE da UFRJ. O evento apresentou a ótica de interessados em financiar empresas, avaliando seu capital intangível como forma de classificação e seleção. Diversos palestrantes trouxeram pontos importantes à discussão. Um desses foi Leonardo Ribeiro do GVcepe (coloquei um dos artigos dele em Private Equity e Venture Capital).

Ele trouxe uma metodologia levantada e refinada junto a 10 gestores de private equity e venture capital ao longo do último ano. Foi muito interessante (apesar do pouco tempo existente para a exposição). Outras apresentações e comentários sobre o evento estão sendo disponibilizados em (http://oglobo.globo.com/blogs/inteligenciaempresarial/).

#

Costumo receber artigos da consultoria de maketing 1-to-1 Peppers&Rogers. A newsletter da última semana tocou em um ponto que tem me chamado cada dia mais atenção: a colaboração com o cliente, a transparência nas relações tem trazido resultados impactantes para as organizações que se expõem. Estou lendo um livro chamado Outside Innovation: How Your Customers Will Co-Design Your Company’s Future da Patricia Seybold.

Vou comentar mais sobre ele (e sobre isso) amanhã.

Maio 18, 2007

Comparando e crescendo

Arquivado em: brainstorming, news — Daniel @ 4:41 pm

Hoje eu recebi um email da coordenação de internacional da Unicamp convidando para um seminário com o gestor que implantou/defendeu o a banda-larga como instrumento de incentivo e desenvolvimento do país.

Ontem eu aprendi com um colega que nossa visão é formada através de pequenas oscilações de nossos olhos, e que nestas oscilações é que se codifica/interpreta uma imagem.

Ouço os psicólogos/religiosos dizerem que nada tem sentido em si mesmo, que as coisas não encontram em si mesmas a razão de suas existências.

O modelo holandês veio estabelecer por A+B que é possível sim desenvolver uma economia com a tecnologia oriunda das telecomunicações e computação. A inglesa British Telecom já em 2001 falava sobre isso. Sobre a redução de seus gastos e o acréscimo de sua produtividade quando do advento dos escritórios em casa (ou home offices). Tudo só dependendo do avanço da tecnologia e do mercado.

Assim como JK na década de 70, acreditava que para se construir um país sólido deve-se investir em infra-estruturas de estradas e indústrias, a nova economia global, nesta era de transição da massa trabalhadora industrial para a economia orientada para serviços, deve investir em canais de fluxo de informações. Broadband.

A informação como ativo mais preciso desta nossa geração, precisa ser acessível. Quando se fala em Gestão do Conhecimento, é premissa que haja acesso às informações, sejam onde estiverem, seja do tamanho que forem: o valor dos vídeos, streammings, músicas, podcasts são potencializados.

Enfim… olhando de um lado para o outro, podemos formar uma imagem mais clara (e talvez mais real) do que queremos ser e onde queremos chegar enquanto nação, organizações, indivíduos.Unicamp

Maio 11, 2007

O computador conectado/virtual

Arquivado em: brainstorming, negócios — Daniel @ 5:30 pm

O PC como conhecemos hoje está com os dias contados?
Neste site (http://itredux.com/blog/office-20/) é tratado o Office 2.0, o computador “conectado”, não dependente de softwares proprietários instalados localmente.

O que a algum tempo discutíamos sobre ser uma realidade futurística, uma reviravolta nos negócios, se torna mais plausível com o advento da banda larga difundido, assim como as tecnologias habilitadoras (como o AJAX).

Interessante.

Algumas empresas já dão sinais de entendimento neste horizonte. Ouvi dize que a MS já indicou que possivelmente o Vista será seu ultimo release de OS. Não haverá maiores lançamentos de sistemas “pacotes” que precisam ser instalados e configurados localmente.

A Amazon oferece armazenamento (oriundo de sua capacidade instalada ociosa) como serviço de outsourcing. Ela realmente acredita poder diversificar o seu portfólio de ações através de utilizar sua expertise em outros campos além do e-commerce (como a IBM já faz a muito tempo).

Enfim… muito a se desvendar e, principalmente, inventar.

Maio 10, 2007

Blue Ocean Strategy

Arquivado em: brainstorming — Daniel @ 5:16 pm

It’s a very good read about innovation and companies that have discovered a very new way to lead their business.

Maio 8, 2007

Gartner on Convergence of BPM and SOA

Arquivado em: news, whitepaper — Daniel @ 12:04 am

Gartner Inc. analysts predict that, beginning in 2007, business
process management (BPM) will become the driver for SOA implementations.

The technology for the convergence of BPM and SOA may not fully mature
until 2010, but the analysts urge business adopt “process
architecture” now if they want to take a leadership role in this trend.

In the report titled Gartner Predicts 2007: Align BPM and SOA
Initiative Now to Increase Chances of Becoming a Leader in 2010,
analysts tell business managers, SOA architects and developers to
start adopting “process modeling and develop a process architecture.”
Process architecture includes identifying the customer-facing and
partner-facing processes that are key to achieving the business goals
of a company and then holistically concentrating on optimizing them
through BPM and SOA, the Gartner analysts explain.

Asked for a definition of process architecture, Jim Sinur, Gartner
vice president and distinguished analyst, who co-authored the report
with Janelle B. Hill, research vice president, explained: “A process
architecture would start with the 10-15 most important business
processes and drill down from there to avoid process sub-optimization.”

Project management specialists identify process sub-optimization as a
Catch-22 in IT systems design where concentrating on making some of
the processes more efficient can make the overall system less
efficient. It is a little like the case where speeding up the number
of cars that can pass through an onramp then causes a traffic jam by
putting too many cars on the freeway at the same time. Thus the
overall goal of smooth traffic flow is lost, even though the onramp is
technically operating faster.

To avoid this, the Gartner report recommends that business analysts
and architects take a holistic approach. “Identify the areas that
require greater flexibility and adaptability than possible in their
current implementation form,” the report recommends. “Look for common
activities and tasks across the process architecture where flexibility
is desired. These areas should be the top priorities for an SOA and
BPMS-based implementation.”

Rashid Khan, founder and CEO of Ultimus Inc., a business process
management (BPM) software vendor, said that when he read the Gartner
report it jibed with his current experience with customers. He said he
finds that business people don’t care about SOA, but they do care
about their business processes. He sees BPM as the link that brings
business people into the SOA world.

barriers to innovation

Arquivado em: whitepaper — Daniel @ 12:04 am

This text was copied from here.

The Laziness – Busyness Dimension.

Jim McGee had a great post on the Fast Forward blog, Balancing diligence and laziness. He begins with a reference to the work of General Erich Von Manstein (1887-1973) on the German Officer Corps. Erich mapped a 2 x 2 matrix with laziness/diligence on one side and smart/stupid on the other. He said the stupid lazy people can be ignored as they do no harm. It is the stupid diligent people that are the biggest threat to the organization. The smart diligent people become middle management and the smart lazy people become senior management. Jim adds to this, “…our Puritan/Calvinist heritage still dominates reward and evaluation systems. Regardless of the actual importance of thought and reflection to long-term organizational success, you are better off looking busy than looking like you are thinking.”I have seen this happen in so many organizations. Where middle management that aspires to senior management will watch when the senior guys get to work and make sure they are there earlier to be seen looking busy. There was even one consulting firm that I partnered with that took this to an extreme. I will not name them but it was not one of my employers, only a partner. They saw that their goal was to instill a workaholic nature in their client’s employees. They would spend long hours doing planning sessions. They would be sure to arrive before the employees and leave afterwards. Often they dragged in the employees to their endless planning sessions. Eventually, when they did not produce much besides detailed analysis and plans, their numbers would diminish and then they would get kicked out. The employees would be glad to see them go. They made us look good since the firm I was with at the time focused on having a good time, working as short hours as possible, but producing tangible results. That has been my work ethic.Jim posed some useful questions at the end of his post.What alternate terms than diligence and laziness could we use to better frame the issue?How important is it to carve out times and places to engage in visible laziness within organizations?Is this a problem that needs to be solved at the organizational level? For which types of organization?What barriers to innovation, if any, does a bias toward diligence create?

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